quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Última sexta do mês é dia de... BICICLETADA

Arte: Luddista

Na próxima sexta-feira (27), a Praça do Ciclista faz mais um aniversário, o terceiro de sua curta existência.

Como sempre, a data será comemorada com uma bicicletada.

A concentração festiva começa às 18h e a massa crítica toma as ruas às 20h.
Para participar, basta aparecer. Em caso de chuva, bicicletada confirmada.

Saiba mais:
Bicicletada - Massa Crítica em São Paulo
Sexta-feira (27/02)
Concentração lúdico-educativa: 18h
Massa Crítica para humanizar o trânsito: 20h00


Dicas e referências:



Site da Bicicletada

Sobre a Bicicletada:

Carnaval 2009 V – As marcas do Carnaval

O Parque Estadual Carlos Botelho é hoje uma das Unidades de Conservação mais bonitas do Estado de São Paulo. Graças a uma boa gestão e investimentos do BID, o Parque melhorou sua infra-estrutura e garantiu que todas as suas belezas naturais não fossem destruídas.

Esse é o discurso que sempre ouvi sobre o Parque Carlos Botelho, mas nunca tinha tido a oportunidade de ver de perto se era verdade. Na segunda-feira eu vi e, realmente, o Parque é lindo! É impressionante a harmonia do lugar. O som da água, o cantar dos pássaros, o cheiro do mato, a natureza muito viva... O cenário só deixa de ser perfeito quando carros cruzam a estrada-parque numa velocidade absurda só para chamar a atenção.

Mas, diferente dos donos desses carros, nós que estávamos em Sorocaba resolvemos fazer uma viagem em verdadeira harmonia com o meio ambiente. Fomos ao Carlos Botelho pedalando – nada de barulhos de motor e fumaças de escapamento, apenas o silêncio do pedal, o cheiro de natureza misturado ao cheirinho dos vinhedos de São Miguel Arcanjo e nada de poluição. Tá bom, tá bom... Não somos tão ecologicamente corretos e “ecochatos” assim. Pegamos um ônibus até São Miguel Arcanjo, onde o André Pasqualini e seu primo Juliano já nos aguardavam na rodoviária.

Bikes a postos, seguimos pedalando até o Parque. 25 km de pedaladas numa estrada linda, que te faz fugir do tempo e do espaço e se sentir numa outra época, passando por pequenos vilarejos e muitas propriedades rurais, carregadas de uvas em seus vinhedos, que fizeram o passeio ter um cheirinho especial.

No Parque, com fome, fizemos um piquenique em cima do bagageiro do Toshio. Foi o combustível para seguirmos em frente numa pequena trilha em meio a mata, que nos levou até uma prainha fofa, com água gelada e cristalina. Só não aproveitei mais por causa dos curativos, que me impediram de molhar o rosto. Tudo bem, tudo bem... já tenho um motivo para voltar.

Aproveitamos até o último segundo e voltamos pedalando num ritmo pesado, para não perdermos o último ônibus para Sorocaba. Fomos tão rápidos que até deu tempo de tomar um sorvetinho são-miguelense antes da partida.

Chegando em Sorocaba, hora de despedida. Segui para a casa dos meus pais e o pessoal retornou para São Paulo.

Era hora de dar uma folga para o meu joelho, descansar, ficar alguns dias sem pedalar e guardar as lembranças deste carnaval, que sem dúvida foi um dos melhores. O acidente na Castelo foi um mero detalhe diante de momentos tão gostosos e lembranças tão boas que vão deixar as verdadeiras marcas deste feriados.

Algumas marcas do Carnaval:

- 150 km pedalados
- 60 km/h de velocidade máxima
- 1 pneu furado (que eu consegui trocar sozinha!!!!)
- amizades construídas (e outras fortalecidas)
- a casa cheia de gente (como há muito tempo não ficava)
- a consolidação do meu pé frio (o Juventus perdeu só porque eu estava lá no estádio, tenho certeza)
- 3 pontos no queixo
- 1 dente quebrado
- 1 joelho ralado
- alguns hematomas

... e o melhor:

Aprendi a pedalar sem as mão no guidão

É MARAVILHOSO!!!


ALGUMAS IMAGENS

As bikes no busão

A caminho...

Em São Miguel Arcanjo

Pé na estrada

Pé na terra

Pé na trilha...


...No Parque Carlos Botelho

Viva a natureza!

Mais fotos: http://picasaweb.google.com.br/EvelynAraripe/SaoMiguelNoCarnaval

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnaval 2009 IV - Campanha acidente

Estava pedalando tranquila pela ciclovia em Sorocaba e eis que avisto ao longe este carro:


Na hora levei um baita susto. Pensei: "Meus Deus, o que será que aconteceu ali?!". Já imaginei que o motorista poderia ter morrido, que beber no carnaval e sair dirigindo é uma insanidade... Mas, ao me aproximar... ufa... que alívio... era apenas uma campanha da prefeitura alertando, exatamente, sobre o risco de conduzir um veiculo motorizado após a ingestão de bebida alcóolica.
Mas, certamente, alguma pessoa, após curtir alguma baladinha por aí, saiu com este carro e fez este estrago. O estrago no veículo é o de menos. Fico pensando no estrago que ela fez na vida dela...

Acho que sou muito feliz com a minha bicicleta!
A propósito: o meu acidente na Castelo Branco foi o primeiro do Carnaval naquela Rodovia, e como disse o rapaz da Viaoeste: "o primeiro registro de uma bicicleta atropelando um carro numa estrada!".
Entrei para as estatísticas!!!! Mas, brincadeiras a parte, da próxima vez prefiro ficar somente com a alegria de pedalar bastante e curtir mais uma cicloviagem!

Carnaval 2009 III – Pedalando numa cicloponte

Não tem como não se impressionar: Sorocaba foi tomada por ciclovias e assumiu o exemplo de “cidade amiga das bicicletas”. Ainda que muita gente critique o modelo e ache que ciclovias é uma forma de segregar os ciclistas do trânsito e da cidade, eu tenho que defender Sorocaba em alguns pontos:

- A maior parte das ciclovias foram construídas em áreas ociosas, antes tomadas por cimentos ou jardins;

- As vias vermelhas foram construídas dentro de um contexto chamado “Pedala Sorocaba”, que traçou um mapa cicloviário e lançou recentemente um plano de mobilidade urbana por bicicleta;

- Aos domingos, entre as 8h e às 14h, um trecho da marginal – uma das principais vias de trânsito de carros na cidade – fica fechado para os carros e aberto, somente, para ciclistas e pedestres;

- A cidade tem paraciclos instalados em todos os cantos;

- A prefeitura comprou briga com os motoristas ao reduzir pela meta de o espaço para os carros na Avenida Paes de Linhares, onde fez uma extensa ciclofaixa;

- A cidade não tinha tradição de bicicleta como meio de transporte. Ao contrário de Santos e Ubatuba, Sorocaba tem ladeiras pra caramba e as pessoas não tinham o habito de pedalar, agora é possível ver muita gente pedalando, muitas famílias passeando com a bike, muita molecada pedalando em grupo até a escola e muita gente pedalando pelas ciclovias rumo ao trabalho – empresas começaram a instalar paraciclos e as bicicletarias mais que dobraram as vendas de bicicletas.

Mas, apesar de todos estes pontos que considero positivos, uma das coisas que eu gosto muito nas ciclovias sorocabanas é a inteligência e estética. É possível fazer um passeio muito agradável pedalando às margens do Rio Sorocaba. Além do Rio, do jardim e da ciclovia, a gente passa por um ciclotúnel em baixo dos trilhos do trem e, agora, por uma cicloponte.

Quando começaram a construí-la, no ano passado, já achei a idéia sensacional. Em vez dos ciclistas terem que dar uma baita volta pela marginal, fazer um retorno e pegar uma ponte congestionada para entrar na Avenida São Paulo, o que foi que fizeram? Uma cicloponte em baixo da ponte congestionada. Ou seja, o ciclista que quer ter acesso à Av. São Paulo, ou quer seguir desta Avenida rumo à marginal, não precisa mais encarar a ponte e o trânsito maluco que costuma formar em cima e ao redor dela. Basta seguir por baixo e atravessar uma ponte feita para as bicicletas, com uma sombrinha agradável e o barulhinho do Rio.

Mais um acesso inteligente, mais uma opção para o passeio agradável, mais um incentivo para se locomover por bicicleta na cidade.

Dá orgulho ser sorocabana – mesmo tendo nascido em São Paulo!

A cicloponte, em baixo da ponte, cruzando a ciclovia

... mais ao fundo, para quem vem pela ciclovia...


A ciclovia, a cicloponte... beirando a marginal e o Rio Sorocaba

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval 2009 II – O time do coração

Quantas provas de amor você já viu as pessoas fazerem para o time do coração? Num país como o Brasil, provavelmente, você já viu alguma dessas provas, no mínimos, algumas dezenas de vezes. Tem gente que até ameaça se matar pelo time amado. Outros, atravessam o mundo para acompanhar os jogos de seu time. Outros abrem mão da família, mas nunca do time do coração.

São coisas do país do futebol.

Nesse último sábado, alguns ciclistas fizeram essa prova de amor ao pedalar 100 km para ver o time do coração jogar: o Juventus!

Parece piada. E, claro, há um certo humor para tudo isso. Mas, há algum tempo, um pessoal da Bicicletada paulistana sugeriu que fosse eleito o “time do coração da Bicicletada”. A idéia era acompanhar os jogos desse time indo de bike ao estádio e demonstrando todo o carinho dos ciclistas pelo time. Mas, eis o dilema: qual time eleger?! Claro que apareceu um punhado de corintianos, são paulinos, palmeirenses, santistas etc e tal com mil justificativas para que o seu time fosse o time amado e querido dos ciclistas.

Aqui entre nós, eu sou corintiana e só fui aos jogos do Timão quando ele estava na segunda divisão do Brasileirão. Acho as torcidas da primeira divisão muito agressivas e eu nunca teria coragem de amarrar a minha magrela num estádio em um dia de jogo. E todos, por mais apaixonados pelo seu time que sejam, hão de convir que isso ainda não é seguro mesmo.

Por isso, após sugestão do nosso amigo juventino, nascido e criado na Mooca, o Toshio, fomos convencidos de que o Juventus tinha o perfil de time que procurávamos. É um time “da gema”. Que assim como o Toshio, é nascido e criado no bairro paulistano da Mooca e que, hoje, disputa a segunda divisão do campeonato paulista. A torcida é tranqüila, do tipo “família” e não tem rixa com ninguém. O pessoal no estádio, lá na Rua Javari, até disponibilizou um cantinho para as magrelas esperarem, enquanto os seus donos torcem pelo time de uniforme grená.

Mesmo sem ver vitórias, quem foi nas Bicicletadas Juventinas na Rua Javari já adotou o Juventus como time de coração. Por isso, ela cresceu e virou intermunicipal. Foram 100 km pedalados, o episódio do carro no meio do caminho e uma derrota por 2 x 0 contra o azulão São Bento.

Vale destacar que, nesse dia, a torcida juventina era composta por 10 torcedores: os cinco ciclistas, meu pai, minha irmãzinha e um casal de senhores acompanhados da filha que foram de São Paulo até Sorocaba só para ver o Juventus perder para o time sorocabano. Como estava ameaçando chover e a arquibancada dos visitantes é descoberta, assistimos ao jogo na arquibancada coberta da torcida do Bentão. Ficamos ali, no meio dos torcedores sorocabanos torcendo pelo Juventus.


Viva a paz entre as torcidas!


O time do coração em campo sorocabano - 2 x 0 para o time local (Foto: Jú Reis)

A torcida juventina (Foto: Jú Reis)

Mais fotos: http://picasaweb.google.com.br/EvelynAraripe/BicicletadaJuventinaEmSorocaba

Carnaval 2009 I – No meio do caminho tinha um carro...

Sábado de carnaval. 6h da manhã. Enquanto muita gente voltava da primeira noitada do feriadão, eu já arrumava minhas coisas para encarar mais uma cicloviagem até a minha terrinha: Sorocaba. O plano era o seguinte: Nos encontrarmos às 7h em frente a Fnac Pinheiros, pedalar tranqüilo até Sorocaba, assistir ao jogo Juventus x São Bento no estádio do CIC, pedalar pelas ciclovias da cidade e fazer algum passeio, de bike, pela região.

Tudo certo, um pequeno atraso, 7h45 começamos a girar o pedal sentido Sorocaba. Éramos em cinco ciclistas e o dia estava lindo, ensolarado, muito trânsito na marginal, que fazia nos enchermos de orgulho por andarmos de bicicleta – não ficamos parados, não pagamos pedágio, fazemos exercícios, somos felizes!

Para mim o mais gostoso dessa viagem era que, pela primeira vez, me sentia muito segura para encarar a estrada pedalando. Não sei se isso é bom, mas como já tinha experimentado a Castelo Branco duas vezes, ido até Santos, até Ubatuba... dessa vez sabia que agüentaria até o final. Mas... no meio do caminho tinha um carro!

Quando você pedala em uma estrada, você sente coisas impossíveis de perceber dentro de um carro ou um ônibus. Por exemplo, vocês já repararam que após o km 53 da Castelo, sentido interior, há uma subida longa de 11 km de extensão? Pois é, quem já pedalou ali, sabe bem o que estou falando. A subida não é muito íngreme, mas é extensa, o que a torna muito cansativa. São 11 km girando o pedal sem descanso.

Nas vezes anteriores sofri para encarar esta subidona. No começo parece tranqüilo, mas no meio dela o cansaço e o suor intenso aparece. Mas, dessa vez eu estava muito bem. Entrei na subida pedalando na última marcha. A mais pesada. Achei uma cadência legal e segui, girando, girando, girando, olhando pra baixo, sentido a brisa, observando a minha sombra e a da bike que corriam junto ao asfalto... estava perfeito, uma sensação deliciosa de ter encontrado o pedalar ideal. Continuo girando, girando, girando a uns 15 ou 20 km/h. O pessoal vinha logo atrás e... de repente, do nada, um carro parado no acostamento.

Não vi nada, não deu tempo. Presa ao êxtase da pedalada gostosa, não vi o Gol parado no acostamento. Fui com tudo na traseira do carro. O motorista e a esposa dele sem entender nada, eu atordoada sem entender menos ainda.

Só me lembro do barulhão que fez e eu sentada encostada no carro. Os amigos chegando pra socorrer e tentando entender o que tinha acontecido. Até agora não sei o que aconteceu. Só sei que consolidei a constatação de que sou uma pessoa um tanto quanto distraída.

Há as versões das testemunhas oculares (Toshio), que disseram que a bike empinou as rodas para trás com a batida e que eu bati o queixo e a cabeça no vidro do carro até cair para a esquerda – eu jurava que tinha caído para a direita. Resultado: passeio de ambulância até a Santa Casa de São Roque – toda imobilizada naquelas macas de madeira -, três ponto no queixo, joelho inchado e enfaixado, um dente quebrado, injeção no bumbum, garfo, bagageiro e roda torta da bike, câmbio zoado e a luzinha do meu capacete quebrada! Que pena, sempre achei aquela luz no capacete uma mão na roda pra pedalar a noite!


Mas, não pensem que isso acabou com o meu carnaval ciclístico. Com a ajuda a da Jú Reis, companheira da viagem, que encarou como uma guerreira sua primeira cicloviagem e se oficializou a nossa enfermeira oficial, no domingo já estava bem, um tanto quanto debilitada, mas pronta para fazer aquilo que tanto gosto: pedalar!


Passamos o domingo pedalando pelas ciclovias sorocabanas. Com curativo no queixo e faixa no joelho consegui pedalar uns 30 km, carregar minha irmãzinha no bagageiro e levar o pessoal para comer a coxinha da Real e conhecer um pouquinho da cidade onde aprendi a pedalar.
Mais uma vez, sentir orgulho de Sorocaba e fiquei feliz pelo acidente não ter prejudicado, de certa forma, o carnaval pedalante. Ah, e me senti mais orgulhosa ainda dos 4 guerreiros que continuaram a viagem e chegaram até Sorocaba firmes e fortes com a sua bicicleta e a disposição de pedalar mais um pouco por aí.



Pé na estrada (Foto: Jú Reis)

Depois do acidente... já pedalando pelas ruas de Sorocaba (Foto: Jú Reis)

Obs: Com a minha super inteligência para lidar com máquinas, ainda não consegui baixar as minhas fotos. Assim que conseguir, incluio aqui no blog!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Eu quero ir pra escola de bicicleta

Que criança que não gosta de bicicleta? Nunca vi uma criança que não ficasse vislumbrada ao ver uma bike rodando por aí. Mesmo aqueles pimpolhos, que ainda nem aprenderam a pedalar, quando olham pra bike passando, independente da marca, do tamanho, de tudo, os olhinhos delas parecem brilhar.

Já nem sei dizer quantas vezes passei de bicicleta em algum lugar e ouvi alguma criança comentando coisas como: “olha mãe, uma bicicleta!”. Eles amam bicicleta e, às vezes, acho que quando crescemos e optamos por continuar pedalando é como se optássemos por continuar sendo um pouco criança.

Então, se um pai ou uma mãe perguntasse para o seu filho “com que meio de transporte você quer ir para a escola?”, acredito que a maioria dos pequeninos gostaria de ir de bicicleta. Mas, que criança tem essa opção? Geralmente, ela já é predeterminada: carro, van, ônibus, a pé... Acho que é muito raro os pais sugerirem “filho, quer ir para a escola pedalando?” ou “quer que eu te leve de bicicleta?”.

Essa opção ainda é rara, mas não é impossível. Hoje, o colégio Véritas, em Sorocaba, provou isto ao lançar o projeto “Caminho para a Escola”. Agora, os alunos têm a opção de ir para a escola pedalando, acompanhado por monitores que fazem um itinerário – como as vans – e vão encontrando com os alunos e suas bikes pelo caminho. Na hora de ir embora é a mesma coisa: um itinerário, um monitor e a crianças com suas magrelas percorrendo o trajeto até a porta de casa. Para os pais mais corujas e superprotetores é possível acompanhar o filhote. Pedalando, claro!

Achei a iniciativa o máximo e super exemplar.

Ano passado, quando fomos pedalando até Sorocaba, o Véritas nos ofereceu uma hospedagem digna de hotel 5 estrelas. Foi um final de semana delicioso, onde pudemos ver um pouquinho do trabalho lindo que eles fazem com as crianças sobre a bicicleta na cidade. Pudemos ver redações e desenhos das crianças com o tema “a bicicleta na minha cidade”. Dá até calafrios lembrar as coisas lindas que as crianças escreviam. Elas amam a bicicleta!

Na ocasião, o André Pasqualini comentou com a diretora de uma ação em Bogotá em que as crianças vão de bike para a escola seguindo os monitores. Ela gostou da idéia e foi atrás. Hoje, com a presença do cônsul da Colômbia e tudo, o “Caminho para a Escola” foi inaugurado.

Hoje o Véritas mostrou que outro modo de enxergar a cidade e como se locomover nela é possível, e isso não exige grandes esforços, mas força de vontade.

Registro aqui os meus parabéns e a esperança de que, no futuro, o Véritas não seja a exceção, mas o grande exemplo que deu início à regra.


Obs: Como não pude acompanhar o lançamento do “Caminho para a Escola”, ainda não tenho fotos. Mas, vou arranjar algumas e postar aqui depois.